Quando peguei esse livro no sebo, foi mais por curiosidade em conhecer a escrita da autora do que propriamente um interesse pelo título. Para mim, Meg Cabbot era a autora do Diário da Princesa, e só! Claro que amei o filme e nunca me canso de assistir até hoje, quando está passando aleatoriamente na TV. Mas nunca li o livro e muito menos sabia que Meg era muito mais do que um roteiro adaptado pela Disney.
Só depois de ler “A Rainha da Fofoca” e sair por aí “fofocando” no Threads, que descobri que outra série da autora é muito mais famosa do que tudo isso aí. Segundo as meninas do Threads e minha prima, “A mediadora” é o livro que vai mudar a minha vida. Não sei. Veremos. Volto aqui depois de ler. Porém, entretanto, contudo, todavia, o assunto desta resenha é: Queen of Babble. Desculpe, mas me recuso a continuar chamando esse livro de Rainha da Fofoca. Ops. Chamei de novo.
Bom, o que acontece… é o seguinte (na minha opinião, claro): esse título está MUITO mal traduzido. Ok, tentaram me convencer que talvez a tradução tenha surfado na onda de Gossip Girl e que não havia outra palavra pra substituir “babble”, enfim… Fato é que: uma pessoa fofoqueira é muito diferente de uma pessoa tagarela. Eu acho. E é o que acontece aqui.
Neste livro, Liz é muito parecida comigo, ou seja, a pessoa que fala sem filtro, apenas fala o que está pensando e depois vai ver a caca que fez. Então, é diferente de uma fofoca que tem fundo intencional e maldoso. Aliás, Liz é MEGA ingênua, a pessoa que acredito que o cara que a salvou de um incêndio estava apaixonado por ela e ficou meses esperando pelo cara (tendo só dado um beijo nele). Viajou quilômetros, atravessou um oceano para ver o carinha que, na verdade, só estava querendo que ela pagasse as dívidas de jogo dele.
Mas melhora! Liz resolve encontrar a amiga que está num castelo na França. Sério, um sonho de lugar! E no caminho para lá encontra um carinho muito rico e que é um verdadeiro cavalheiro. Imagine só… já visualizou, né? É um livro superleve, muito gostosinho de ler e quando vi já tinha arrematado as mais de 300 páginas. Ah, detalhe que dentro do próprio livro também há palavras e termos com traduções estranhas, mas, tirando isso, ignore o título, Liz é um doce de pessoa e não há fofoca nenhuma durante o livro inteirinho!
